* Gostei tanto desse trabalho, da disciplina e da professora que decidi publicar em meu blog. Afinal, o blog é meu!
Nunca fui
muito boa em autoavaliação, mas acredito que o método se bem trabalhado pode
ser mais satisfatório que qualquer prova, entretanto, a dificuldade está em
conseguir fragmentar todo o meu aproveitamento na disciplina em critérios,
mesmo quando esses critérios são relevantes ao somatório de todo o conhecimento
adquirido.
Porém, irei
enfrentar este dilema como um exercício, assim como tento fazer em todas as
verificações e muitas vezes, por indisciplina não obtenho o resultado esperado,
mesmo que apenas a aprovação em determinada matéria, seja esperada. Porque
convenhamos, existem realmente cursos que nos preocupamos apenas com a
obrigatoriedade da aprovação e não atentamos para elementos que realmente podem
ser aproveitados academicamente e inclusive, na práxis profissional.
Com a
“Administração Educacional” não foi assim, desde o primeiro dia de aula em que
o curso nos foi apresentado eu sabia, que a minha perspectiva seria diferente
dos demais alunos e desde então, me interessei em realmente aprender e devo
isto, não somente a uma professora maravilhosa, como também, à literatura indicada,
aos debates e troca de experiência em sala de aula e também os trabalhos
escritos que envolveram a disciplina. Amei o filme: “Quando tudo começa”, que
serviu de fundamento para a avaliação, como também, o que foi recomendado sem
intenções: “Da servidão moderna”, que considerei um “choque”, uma “porrada”, em
todos os valores previamente e socialmente construídos desde o meu nascimento,
a verdadeira face do capitalismo e da ordem dominante.
Com relação
ao livro indicado: “|Administração Escolar introdução crítica”, tornou-se um
dos favoritos em minha pequena biblioteca, pois fez com que eu compreendesse
Marx e Gramsci em uma área de conhecimento que carece de princípios que não
sejam produzidos pelo capital, e junto com Lukács, fizeram com que eu tomasse
parte de uma consciência crítica e reconstruísse a minha formação docente
pautada pelo sentido de classe ao qual pertenço e ao seu lado devo lutar: a
classe dos trabalhadores.
No entanto,
não é somente de paixão ideológica que se faz uma disciplina e confesso que
poderia ter aproveitado mais se tivesse sido mais disciplinada e faltado menos
aulas, mas, as militâncias do PSTU, da Faculdade de Educação e do Movimento
Feminista, também precisavam de mim e de todo o meu saber historicamente
acumulado. Por este motivo, acredito que tão importante quanto aprender com a
teoria, aproveitar as discussões em sala de aula e entregar os trabalhos nos
prazo é refletir tudo o que eu aprendi na minha luta por um mundo justo e sem
opressões.
Portanto,
não irei falsear minha humildade e muito menos dizer que não mereço uma ótima
nota, acho que mereço uma nota 10, pelo meu esforço, pela minha dedicação e
principalmente, pelo meu aproveitamento. E gostaria também, se possível,
agradecer pela correção do meu trabalho que foi caracterizado com um “bom
trabalho” e o que poderia ser feito para que se tornasse um “ótimo trabalho.
Muito obrigada por tudo!
Adorei ter sido sua aluna.
Abraços,
Graziela Cupello.
OBS: Me adiciona no facebook!
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