domingo, 19 de junho de 2011

E somos tantas...







Aprendendo a lidar com as adversidades,
Mesmo tão perto e quase na porta de nossas casas.
Intolerância, incompreensão e uma difícil definição,
De uma visível realidade.

Onde guardamos nossos “ismos”?
Sabendo que não há mais espaços para eles.
Liberte seus medos e deixe-os vagar no vazio,
De uma mente que comporte as futilidades.

Não é engraçado rir da desgraça alheia,
Não gosto de me ver encarnada em estereótipos.
Em essência nos mascaram em uma fragilidade
Pra esconder o que de verdade podem temer.

Seria cômico se não fosse ridículo,
Seria uma piada se não fosse misógina.
Até quando suportar essa imagem criada
Até quando submeter-se à ordem prescrita.

E somos tantas...
Mais da metade desse mundo.
Vivendo dos restos de uma história
Que nunca nos reconhece



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